Matéria já deformada
Por tantos pecados distintos
Sigo andando pela rua
Entre os olhares famintos
Por vezes sinto-me nua
Quase nunca
nada sinto
Erro ao fazer o certo
Não acerto ao errar, também
O amanhã foi mais belo que hoje
O que é que meus olhos não vêem?
Sigo a partitura
Não é a cura
E não soa bem
Entre vazios e plenos
Entre antídotos e venenos
No começo e no fim dos tempos
Não há satisfação.
Por tantos pecados distintos
Sigo andando pela rua
Entre os olhares famintos
Por vezes sinto-me nua
Quase nunca
nada sinto
Erro ao fazer o certo
Não acerto ao errar, também
O amanhã foi mais belo que hoje
O que é que meus olhos não vêem?
Sigo a partitura
Não é a cura
E não soa bem
Entre vazios e plenos
Entre antídotos e venenos
No começo e no fim dos tempos
Não há satisfação.
